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Polícia Civil identifica grupo que aplicava golpe do falso advogado com atuação em vários estados

A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu nesta semana uma investigação que identificou um grupo envolvido em fraude eletrônica conhecida como golpe do falso advogado. A apuração ocorreu por meio da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos, vinculada ao Departamento de Combate ao Crime Organizado e à Corrupção.

Ação contou com apoio de unidades de Mato Grosso do Sul

A investigação recebeu apoio da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul por meio do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira e das delegacias de Caarapó e Juti. Equipes cumpriram diligências nas cidades de Dourados e Juti durante o trabalho de identificação dos envolvidos.

Grupo utilizava nome de advogado em contato com vítimas

O esquema consistia em contato com vítimas por aplicativos de mensagem e os autores se apresentavam como advogado responsável por processo judicial real. Com uso do nome e da fotografia do profissional, os autores informavam existência de valores que deveriam ser pagos para continuidade do processo. No caso investigado, uma pessoa idosa realizou transferências para contas utilizadas pelo grupo. Os envolvidos também tentaram obter novo repasse com valor maior, porém a vítima identificou a fraude antes da conclusão da operação.

Comunicações ocorreram a partir de estabelecimento prisional

Parte dos contatos ocorreu a partir de um estabelecimento prisional localizado em Dourados, fato identificado durante a investigação. A apuração também apontou participação de uma advogada inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil, que teria atuado na dissimulação da origem dos valores obtidos.

Seis pessoas respondem por crimes investigados

A investigação identificou seis pessoas e a autoridade policial formalizou indiciamento pelos crimes de estelionato eletrônico, lavagem de dinheiro e organização criminosa. As penas máximas previstas para esses crimes, quando somadas, podem alcançar 26 anos de reclusão.

Com informações: Assessoria Polícia Civil MS

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