A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul prendeu, nesta terça-feira (22/07), um homem de 32 anos apontado como fornecedor de drogas em Campo Grande e responsável por um esquema de comercialização de entorpecentes pelas redes sociais. A ação integra a Operação Saldo Negativo, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (DENAR), que cumpriu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra G.S.O., investigado por enviar drogas para diferentes estados do país.
Investigação identificou esquema de vendas pela internet
As investigações começaram após a apreensão de entorpecentes durante a fiscalização de encomendas encaminhadas por uma transportadora. A droga havia sido enviada por um comparsa do investigado, fato que levou a equipe da DENAR a identificar um esquema de venda de substâncias entorpecentes de maior pureza por meio das redes sociais. Segundo a Polícia Civil, a estrutura funcionava como uma plataforma de comércio virtual, com tabela de preços, promoções e serviço de entrega, sob o comando do investigado.
Mandados resultaram em novas apreensões
Com base nas provas reunidas durante a investigação, a Justiça decretou a prisão preventiva e expediu mandado de busca e apreensão contra o suspeito. Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais encontraram, na residência do investigado, diversas substâncias entorpecentes, além de balanças de precisão, seladora de embalagens, maquineta de cartão de crédito, uma arma de fogo e munições sem autorização legal. Diante das apreensões, o investigado recebeu voz de prisão em flagrante.
Nome da operação faz referência ao bloqueio das atividades do grupo
De acordo com a Polícia Civil, o nome Operação Saldo Negativo faz referência ao encerramento das movimentações financeiras da associação criminosa, que utilizava as redes sociais para negociar drogas de maior pureza, distribuídas tanto em Campo Grande quanto para outros estados da federação.
Material será periciado e investigação continua
Todo o material apreendido foi encaminhado para perícia. As investigações prosseguem para identificar e responsabilizar outros integrantes da cadeia de distribuição de entorpecentes.
Com informações: Assessoria de Comunicação da Polícia Civil / MS



