A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (04/08), o proprietário de uma conveniência suspeito de matar David Nascimento Zagui, de 31 anos, a tiros no bairro Taquarussu, em Campo Grande. O crime ocorreu em 25 de julho, e a investigação aponta que a vítima teria consumido 15 cervejas no estabelecimento do suspeito sem pagar. Durante a operação, policiais apreenderam uma arma que, segundo a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa, a DHPP, foi utilizada no homicídio.
Vítima morreu após ser hospitalizada
A DHPP iniciou a investigação após receber a informação de que um homem havia sido atingido por disparos efetuados pelo ocupante de um veículo Volkswagen. Na fase inicial da apuração, não havia definição sobre o modelo ou a cor do automóvel. David foi socorrido com vida e encaminhado ao hospital, mas morreu dias depois em decorrência dos ferimentos. A investigação identificou o veículo apontado como utilizado no crime e chegou ao proprietário. Os policiais constataram que o homem possuía uma arma de fogo registrada em seu nome e era dono de uma conveniência situada nas proximidades do local onde ocorreram os disparos.
Testemunhas apontaram suspeito
Segundo a Polícia Civil, testemunhas reconheceram o comerciante como autor dos disparos. Elas também relataram aos investigadores uma possível motivação para o crime. Conforme os depoimentos, o suspeito teria afirmado que David havia consumido 15 cervejas em sua conveniência momentos antes dos disparos e não teria pagado pelo consumo. Com os elementos reunidos durante a investigação, a DHPP solicitou a prisão temporária do suspeito e mandados de busca e apreensão, que foram deferidos pela Justiça.
Polícia apreendeu arma durante operação
Os policiais cumpriram a ordem de prisão e realizaram buscas nos endereços relacionados ao investigado. Durante a operação, apreenderam a arma apontada pela DHPP como utilizada no crime. O homem foi interrogado e exerceu o direito de permanecer em silêncio. A investigação prossegue na DHPP e, após a conclusão, será encaminhada ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.
Com informações: Assessoria de Comunicação da Polícia Civil / MS



