A 4ª edição do Festival Internacional da Carne começou na noite desta sexta-feira (25) e reuniu cerca de dez mil pessoas, mais de 200 assadores e centenas de opções de churrasco no Parque de Exposições Laucídio Coelho. O evento segue até domingo (27), com entrada gratuita. A realização é da Márcia Marinho Produções, em parceria com a Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul); a apresentação é da 067 Vinhos, com patrocínio dos Supermercados Comper, Energisa, Sebrae, Senac e Senar.

A personal cleaner Andreia Torres esteve pela primeira vez no Festival e aprovou a experiência: “estou gostando muito, é a primeira vez que participo do evento, vim aqui com uma amiga, e estou adorando. Escolhemos experimentar o croquete de costela e a batata chips artesanal com costela e está muito saboroso”, comentou.
A influenciadora Rafaela Amorim também passeava pelo evento e se surpreendeu com o tamanho do Festival — disse ter sido difícil escolher o que comer diante do grande número de estações, são mais de 30, com ampla variedade de proteínas e diferentes métodos de cocção.
“Estou achando o evento maravilhoso, ambiente muito familiar e confesso que achei muito grande, tinha uma expectativa de que fosse ser menor, mas não, dá pra passear bastante, adorei a variedade também do evento, está incrível. A gente provou a ponta de peito oreada e está muito saboroso”, afirmou.

A abertura oficial aconteceu dentro do restaurante “Entre Brasas e Taças”, assinado pela 067 Vinhos, e contou com a presença de autoridades como o governador do Estado, Eduardo Riedel, o ex-governador Reinaldo Azambuja, entre outros.
A idealizadora do Festival Internacional da Carne, Márcia Marinho, afirmou durante a abertura que existe um trabalho árduo, quase invisível ao público, para tornar um evento dessa magnitude possível: “estamos organizando e desenhando esta 4ª edição desde o ano passado. É uma alegria ver tantas pessoas acolhendo este evento. Hoje nós estamos entre um dos três maiores festivais de carne do Brasil. Nossa intenção aqui sempre foi mostrar que a nossa carne é a melhor do país e, aos poucos, a gente vem galgando esse espaço”, comentou.

O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, recordou o início do evento: “o Festival começou muito pequeno e hoje já está em sua quarta edição. É um evento que vai muito além da carne: ele dialoga com a cultura, com todo o potencial que o nosso estado tem em termos de tradição, com a cultura pantaneira. Ele envolve um pool de serviços e investimentos e estou muito feliz de ver a evolução do Festival Internacional da Carne”, disse.
Presente desde a primeira edição, Reinaldo Azambuja se disse contente ao ver a dimensão que o Festival Internacional da Carne tomou: “ficamos muito felizes em ver o tamanho dele nesta 4ª edição. Mostrar pro mundo e pro Brasil a qualidade desta carne do Estado. É um produto que tem rastreabilidade, sanidade e que hoje ocupa mesas aí de restaurantes do Brasil todo e, principalmente, em mais de 78 países. Mato Grosso do Sul é responsável hoje por 25% das exportações de carne do Brasil, então conseguimos ocupar mercado pela qualidade. E o Festival está de parabéns porque mostra e permite que todos saboreiem essa iguaria”, afirma.

Alan Fernandes de Oliveira, proprietário da 067 Vinhos, explicou por que decidiu apostar no evento: “porque o Festival Internacional da Carne traz justamente o que a 067 Vinhos promove: que é a cultura, o desenvolvimento do Estado, o desenvolvimento dos pequenos, médios e grandes, todos juntos nas mesmas estações, pessoas de todos os níveis e classes sociais trabalhando em prol de entregar uma boa comida, uma boa gastronomia e uma boa experiência para os clientes. Não é o primeiro que a gente faz, já estivemos junto com a Márcia Marinho lá atrás, em uma das primeiras edições, quando o evento ainda não tinha toda essa expressividade, e a gente decidiu retornar em 2026 junto com o vinho para provar que sim, churrasco com vinho, combina”, discorre.

Um passeio pelas estações
Picanha, contra filé, ancho, fraldinha, cupim e baby beef aparecem em preparos que vão do tradicional às harmonizações mais elaboradas, como o cupim casqueirado com vinagrete de maxixe e farofa de pimenta biquinho, ou o contra filé servido com paella pantaneira. Já a costela — presença certa em qualquer evento do gênero — ganha versões que dialogam com a identidade regional, casos da costela de fogo de chão com aligot de mandioca e da ponta de peito oreada e saborizada com pão de alho.
O Festival amplia o cardápio com proteínas que fogem do óbvio. É o caso do hambúrguer e da linguiça de carne de búfalo, servidos com crispy de mandioca, mussarela de búfala e chutney de abacaxi, e do filé de avestruz, acompanhado de salsa criolla — opções que reforçam o caráter gastronômico do evento para além do churrasco tradicional. A porchetta também entra nesse eixo, servida em formato de pirulito com molho barbecue de goiabada.
O circuito de lanches inclui desde o choripan clássico — pão baguete, linguiça e chimichurri artesanal — até o burger de 150g defumado com cheddar, bacon e picles, passando pelo lanche de pernil suíno no pão francês. Para quem busca sabores mais próximos da tradição pantaneira, pratos como o arroz carreteiro, o macarrão pantaneiro e a comida de comitiva, com feijão gordo e mandioca frita, resgatam a culinária de fazenda que é parte da identidade do Festival.

As atividades do Festival da Carne neste sábado tiveram início 11h00 da manhã e vão até às 23 horas. No domingo, acontece das 11h00 às 17h00.
Com informações: Assessoria de Comunicação.



