O Instituto Curumins realiza a oficina Contos e Cantigas com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) Campo Grande. Marta Cel e Conceição Leite conduzem a atividade na Casa de Cultura. Educadores, artistas e curiosos participam dos encontros. As aulas acontecem nesta quinta feira (27/11) e no sábado (29/11). O grupo experimenta música, histórias e trocas afetivas durante as noites de trabalho.
Participantes descobrem novas formas de expressão
Os encontros combinam narrativa oral com cantigas e elementos musicais. Professores e profissionais de diferentes áreas participam das atividades. Pessoas que nunca haviam contado histórias descobrem maneiras de se expressar e encantar.
Professora transforma prática em sala de aula
A professora Adriana Cristina Febraro aplica o aprendizado com as crianças. “Eu tô amando o curso. O que me surpreendeu foi a diversidade do grupo, pessoas mais jovens e outras com mais idade, todas dispostas a ensinar e aprender”, afirma. Ela relata que já na primeira aula aprendeu muito. “Isso já está colaborando com meu trabalho com as crianças. A música e a narrativa oral chamam a atenção delas de um jeito especial”, completa.
A docente percebe mudanças na forma de conduzir histórias. “Antes eu começava a contar e me perdia, agora aprendi que existe uma música para começar, um tempo de preparar a escuta. Isso mudou tudo”, diz. Ela quer aprender mais instrumentos e envolver as crianças na história.
Oficina estimula crescimento coletivo
A professora Roseli Camargo celebra a oportunidade de experimentar e crescer em grupo. “A oficina me deu vontade de seguir além. As interações entre os participantes são lindas”, conta. Ela aprendeu que narrar é ter pausa, respeitar as vírgulas e dar sentido ao que se fala. “Já me imagino como narradora. A oficina contribui muito para o nosso desenvolvimento”, declara.
Cabeleireiro destaca sensibilidade das oficineiras
O cabeleireiro Aguinaldo Silvestre ressalta a riqueza humana do grupo. “A diferença entre expectativa e realidade me surpreendeu muito. A leveza dos encontros, o cuidado da equipe”, revela. Ele elogia a energia de Conceição e a força de Marta. A música e a narrativa tornam tudo encantador, segundo ele.
Aguinaldo descreve o contato com a tradição oral como um processo natural e profundo. “É como aprender igual um bebê: observando e repetindo. A música amplia a emoção, e contar histórias exige coragem”, analisa. O cabeleireiro imagina usar isso com futuros alunos de artes. “A oficina amplia meu olhar para contar, tocar e encantar o mundo”, afirma.
Formação prepara narradores para atuação social
A oficina forma narradores para atuarem em escolas, bibliotecas e projetos sociais. O espaço se consolida como criação coletiva. Cada voz tem vez e cada história encontra um caminho. O grupo segue unido, curioso e empolgado para os próximos encontros.
Espetáculo vai celebrar tradição oral
As aulas prosseguem com mais música, rodas de escuta e novos exercícios. Marta Cel e Conceição Leite guiam as atividades. No fim do processo, participantes e oficineiras apresentarão um espetáculo conjunto. A apresentação celebra a força da tradição oral e da criação partilhada.
A oficina Contos e Cantigas conta com recursos da Política Nacional Aldir Blanc. O Governo Federal disponibiliza os recursos através do Ministério da Cultura (MinC). A Prefeitura Municipal de Campo Grande operacionaliza o projeto por meio da Fundação de Cultura (Fundac).
Com informações: Assessoria



